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Autora: Shirlei Canha Moreira
Profª de Ed. Infantil e Ens. Fund. I, Pós-graduação em Educação Especial com ênfase no TEA, pela UNESP – São Paulo, atualmente no cargo de Vice-diretora no CEI. Raquel Zumbano Altman - PMSP - São Paulo / Brasil.
Coautora: Rosane Michelli de Castro.
Profª Associada – UNESP Faculdade de Filosofia e Ciências, Livre Docente em Didática,
Doutorado e Mestrado em educação e Pedagoga pela UNESP
A pesquisa, cujos resultados são apresentados neste artigo teve como objetivo, identificar e compreender concepções e práticas escolares acerca do DUA – Desenho Universal da Aprendizagem, no espaço escolar considerado inclusivo, de uma escola de Educação Infantil de ensino regular, pública e municipal de São Paulo, que atende crianças de 4 a 6 anos de idade e com transtorno intelectual – autismo. Tal elaboração é decorrente dos seguintes questionamentos: há um conhecimento entre a equipe docente sobre o DUA? Se sim, o DUA é norteador das propostas curriculares e seus princípios são aplicados nos ambientes escolares, quando se pretende pensar em escolas, salas e espaços inclusivos? Os resultados tratam que o DUA é conhecido e aplicado de forma intuitiva, justificando a importância de base teórica consistente e em diálogo com os princípios do DUA, ao encontro dos pressupostos da Teoria Histórico-Cultural, norteadora do trabalho e formação docente inclusivos na Educação Infantil.