Access to inclusive, equitable and quality education throughout life (AEI)
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TODOS SOMOS UNO MISMO: PERSPECTIVA DE GENERO
Marisol Cárdenas Maldonado
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El aprendizaje significativo para la enseñanza del Inglés como lengua extranjera.
Oscar González Yera
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INTERVENCIÓN PARA LA MEJOLA DOCENTE EN UN CENTRO DE EDUCACIÓN ESPECIAL
María Itzel Rodríguez Rivas
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Implementación de la enseñanza por competencias en la Educación Primaria del Ecuador
Tatiana Lizette Páez Saavedra
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NUEVOS INDICADORES DE CALIDAD PARA LA DESCOLONIZACIÓN DE LA EDUCACIÓN
Belkis Valentina Bigott Suzzarini
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FOLLETO DE JUEGOS DIDÁCTICOS PARA DESARROLLAR LA EXPRESIÓN ORAL DE LOS NIÑOS DEL SEXTO AÑO
Yaniela Casanova Sardina
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DEMOCRATIZACIÓN DE LA EDUCACIÓN SUPERIOR EN PROGRAMA CONEXÃO UNIVERSITÁRIA EN EL MUNICIPIO DE SAQUAREMA - RJ
Jorge Adrihan do Nascimento de Moraes
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REGULACIÓN DE LA PARTICIPACIÓN FAMILIAR EN LA EDUCACIÓN INFANTIL: COMPARATIVA INTERNACIONAL
Andrea Otero-Mayer
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Actividades de comprensión de textos en Inglés para estudiantes de Secundaria Básica en Guinea Ecuatorial.
Yaquelín Columbié
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EL PATRIMONIO DOCUMENTAL DEL ICCP. VÍA PARA LA PREPARACIÓN DEL INTÉRPRETE DE LENGUA DE SEÑAS.
Julia María López Pardo
Feminista, Graduada em Licenciatura em Geografia pela Universidade Católica do Salvador (1996) e mestra em Geografia pela Universidade Federal da Bahia (2002). Possuo doutorado em Estudos de Gênero pela Universidade Federal da Bahia - Programa de Pós-Graduação Programa em Estudos Interdisciplinares sobre mulheres, gênero e feminismos - PPGNEIM (2020), onde pesquisei violências não-conjugais.Sou autora do livro:PORQUE A GENTE TEM OS FILHOS, MAS NÃO TEM A NATUREZA:NARRATIVAS DE VIOLÊNCIAS DOMÉSTICAS NÃO-CONJUGAIS (2022)pela EDUNEB.Possuo experiência de imersão e interlocução no NEG -Núcleo de Estudos de Gênero na Universidade de Holguín - Cuba (03/2015) e pesquisadora visitante junto ao CES - Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra - Portugal (11/2017- 03/2018). Sou integrante dos Grupos de Pesquisas GAD - Gênero, alteridades e diversidades/NEIM e do GEOREDE/UNEB. Professora adjunta da Universidade do Estado da Bahia. Atuei no movimento sindical docente como membra do GT de políticas para as diversidades. Na área de Geografia atuo como professora, especialmente, nos seguintes temas: Práticas de ensino, Estágio supervisionado, percepção espacial, Educação e Gênero, Atividades de campo, Turismo e impactos espaciais. Coordenei o núcleo PIBIDGEO/campus V do PIBID-Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência da CAPES (2023-2024). ORCID: 0000-0002-3491-3858
O trabalho objetiva compartilhar reflexões e práticas acerca da importância da transversalização de gênero na educação e, mais detidamente, na estruturação curricular para a formação de professoras/res em Geografia. O relato de experiência profissional que segue refere-se ao curso de Licenciatura em Geografia do Departamento de Ciências Humanas/Campus V da Universidade do Estado da Bahia, localizado no município de Santo Antônio de Jesus/BA – Brasil. Considerando-se a relevância da perspectiva de gênero para a formação de profissionais da educação, propôs-se a inclusão do componente Educação e Gênero/Diversidades em sua matriz curricular. Para tanto, o texto discorre sobre os principais argumentos e os resultados/impactos observados ao longo da última década da reformulação curricular consolidada no referido curso, centrados na necessidade de respostas frente às novas demandas apresentadas pela sociedade, em geral, e pela educação, em particular, no tocante às questões da inclusão, equidade e justiça social.